A manobra que resultou na aprovação do texto foi orquestrada por membros do governo, que apresentaram uma “emenda aglutinativa” com conteúdo semelhante ao relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Essa emenda foi apresentada pouco antes da votação, gerando controvérsias.
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), questionou a legitimidade da votação, afirmando que “o plenário não sabe nem o que está votando”. Ele se dirigiu ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), expressando sua preocupação sobre a clareza do texto que estava sendo votado.
Atualmente, os deputados estão em processo de votação do texto principal da PEC em primeiro turno, uma etapa crucial para a definição das novas normas de jornada de trabalho.
Fonte: infomoney.com.br
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