Projeções do mercado financeiro para a Copa do Mundo de 2026: quem são os favoritos?

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As projeções financeiras são motivadas pelo grande volume de dinheiro que a Copa do Mundo movimenta, afetando diretamente os mercados das nações participantes. Bancos e economistas analisam não só o desempenho esportivo, mas também o comportamento dos investidores durante o torneio.

Impacto econômico da Copa do Mundo

De acordo com Joachim Klement, economista alemão, o desempenho das seleções pode influenciar o mercado financeiro. Ele observa que, durante o torneio, os investidores tendem a se distrair com os jogos, resultando em uma queda nos mercados. Contudo, uma vitória de um time pode gerar entusiasmo e impulsionar os preços das ações no dia seguinte.

Esta edição da Copa será a primeira com 48 seleções e 104 jogos, além de ser a maior em termos geográficos, com partidas em três países-sede. Essa expansão traz mais incertezas e oportunidades para surpresas, como apontado pelo UniCredit.

França como favorita nas análises

As análises econômicas apontam a França como a favorita para vencer a Copa do Mundo, com 9% de chances, segundo um modelo da XP que simula o torneio 10 mil vezes. A Espanha e a Argentina seguem em segundo e terceiro lugares, com 6,4% e 6,1% de chances, respectivamente. O Brasil aparece em quarto, com 6% de chances de vitória.

Além disso, a Natixis, uma instituição financeira francesa, também coloca a França como favorita, com 26% de chances, enquanto o Bank of America confirma a tendência, com 40% dos entrevistados acreditando na vitória da seleção francesa.

Projeções divergentes: a aposta na Holanda

Em contraste com as previsões que favorecem a França, Joachim Klement aposta na Holanda, utilizando um modelo que já demonstrou 100% de acerto em previsões anteriores. Ele considera fatores como PIB, população e clima, mas se mostra cético quanto à confiabilidade de modelos econômicos em prever resultados de futebol.

Seu modelo prevê que o Brasil será eliminado nas oitavas de final, enfrentando o Japão. Klement sugere uma final entre Holanda e Portugal, com a Holanda saindo vitoriosa.

Espanha também é uma forte concorrente

O Goldman Sachs, por sua vez, desenvolveu um modelo que considera diversos fatores, incluindo o histórico de cada seleção. Nesse cenário, a Espanha surge como favorita, com 26% de chances de vitória, seguida pela França e Argentina. O Brasil, embora em quarto lugar, tem uma previsão otimista de 8% de chances de vencer.

As previsões do Goldman Sachs não param por aí; elas serão atualizadas após cada fase do torneio, refletindo as mudanças nas dinâmicas de jogo e desempenho das equipes.

Fonte: infomoney.com.br

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