Irã reafirma doutrina de retaliação e alerta sobre ataques externos

Irã reafirma doutrina de retaliação e alerta sobre ataques externos

Araghchi destacou que não apenas os agressores diretos, mas também aqueles que oferecem apoio a tais ações, serão considerados alvos legítimos. Essa postura reflete uma estratégia de defesa que busca dissuadir intervenções externas e reafirmar a soberania do país.

Reações à agressão e suas consequências

O porta-voz do ministério, Esmaeil Baqaei, criticou a recente audiência no Congresso dos Estados Unidos, onde o secretário da Guerra, Pete Hegseth, não foi questionado sobre as implicações humanitárias do conflito. Essa crítica ressalta a percepção de que a guerra tem sido tratada de maneira superficial, ignorando suas consequências devastadoras.

Conferência com embaixadores europeus

Em uma reunião com embaixadores e encarregados de negócios europeus, o vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, reiterou que o conflito em curso não traz benefícios estratégicos para os EUA, mas representa uma ameaça à paz regional e global. Ele pediu que a Europa respeite a Carta das Nações Unidas e condene a agressão, alertando que a colaboração com os agressores os tornaria cúmplices.

Ameaças à navegação no Estreito de Ormuz

O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), Sardar Mahbi, emitiu um aviso às empresas de navegação sobre a segurança na rota ao sul do Estreito de Ormuz, afirmando que a área está minada. Ele alertou para não se deixarem enganar pelas promessas dos EUA, referindo-se a eles como “assassinos de crianças”.

Essas declarações refletem a postura firme do Irã em relação a qualquer forma de agressão, buscando reafirmar sua posição no cenário internacional e proteger seus interesses nacionais.

Fonte: infomoney.com.br

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