A Polícia Civil de São Paulo está investigando a morte de um bebê de um ano e quatro meses ocorrida na última quarta-feira (22) no Centro de Educação Infantil (CEI) Luz do Brás. A tragédia envolveu cinco profissionais da unidade, incluindo a diretora e a coordenadora, que agora estão sob investigação.
Até o momento, duas funcionárias foram desligadas, conforme informações da Secretaria Municipal de Educação (SME), que não divulgou os cargos das profissionais. A sala onde o incidente ocorreu está interditada desde o dia 24 de julho e está passando por uma análise técnica para apurar as circunstâncias do caso.
Desdobramentos da investigação
A SME informou que um procedimento administrativo está em andamento para investigar os fatos. Caso sejam identificadas irregularidades, a secretaria poderá tomar medidas, incluindo o descredenciamento da organização parceira que administra a creche.
“Estamos comprometidos em esclarecer todas as circunstâncias que levaram a essa tragédia e garantir que medidas adequadas sejam tomadas”, afirmou a nota da SME.
Detalhes da ocorrência
Conforme relatos da Secretaria da Segurança Pública (SSP), durante o patrulhamento na região, policiais militares foram abordados por funcionários da creche que estavam levando a criança para a UPA Mooca. Infelizmente, a criança não resistiu e veio a falecer.
A informação preliminar indica que a cabeça do bebê pode ter ficado presa em uma grade, mas os laudos periciais ainda precisam confirmar essa hipótese. O caso foi registrado como homicídio culposo no 8° DP (Brás), e a Polícia Civil já ouviu todos os presentes na creche no mesmo dia do incidente.
Continuação das investigações
A equipe de investigação da Polícia Civil está analisando imagens de câmeras de segurança e aguardando a conclusão dos laudos periciais do local e do Instituto Médico Legal (IML). Essas informações são cruciais para esclarecer os fatos e determinar as responsabilidades.
“Estamos empenhados em descobrir a verdade por trás deste trágico evento e garantir que a justiça seja feita”, concluiu a nota da SSP.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br