O presidente do Partido Liberal no Espírito Santo (PL-ES), senador Magno Malta, expressou seu apoio à escolha do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para as próximas eleições. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (5), destacando a composição puro-sangue da chapa.
Em uma nota divulgada por sua assessoria, Malta considerou a indicação de Gaspar uma “grande escolha” e recordou a colaboração entre os dois em investigações no Congresso Nacional. O senador ressaltou a experiência e a trajetória de Gaspar, enfatizando sua atuação na defesa de crianças e adolescentes e sua firmeza na defesa dos aposentados.
“Conheci Alfredo Gaspar ainda na CPI da Pedofilia, quando atuamos em casos de grande repercussão em Alagoas, na defesa de crianças e adolescentes vítimas de abusos. Tive a honra de reencontrá-lo anos depois na CPI do INSS, onde pude testemunhar, mais uma vez, sua coragem, seu preparo e sua firmeza na defesa dos aposentados e pensionistas lesados”, afirmou Malta.
Malta também destacou as origens de Gaspar, um nordestino com uma carreira sólida na segurança e Justiça. Ele descreveu Gaspar como um procurador de Justiça e uma referência no combate ao crime e à corrupção, afirmando que sua presença fortalece a chapa, que combina experiência, caráter e compromisso com o Brasil.
Trajetória de Alfredo Gaspar
Alfredo Gaspar foi eleito deputado federal em 2022 por Alagoas, recebendo 102.039 votos. Antes de sua eleição, ele era filiado ao União Brasil e construiu uma carreira significativa no sistema de Justiça e na segurança pública. Com mais de 20 anos de experiência como promotor no Ministério Público de Alagoas (MP-AL), Gaspar chefiou o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (GECOC) e atuou como Procurador-Geral de Justiça do estado.
No âmbito estadual, ele ocupou a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas em duas ocasiões, entre 2015-2016 e 2021-2022. Em nível nacional, presidiu o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) e fez parte de conselhos de segurança pública e direitos humanos. Sua notoriedade no Congresso cresceu como relator da CPI do INSS, onde trabalhou ao lado de Magno Malta.
Fonte: eshoje.com.br