John Hudson, repórter do Washington Post, compartilhou detalhes sobre essa operação com a CNN na última terça-feira (11). Segundo ele, as medidas de segurança adotadas pelos EUA estão ligadas ao atual conflito de baixa intensidade entre os Estados Unidos, Israel e Irã, especialmente considerando que Trump estava em um país vizinho ao Irã.
Hudson destacou que, logo no início do conflito, o líder supremo iraniano foi assassinado, e vários membros da liderança militar e política do Irã também foram mortos. Isso gerou uma motivação real de vingança por parte do país, o que aumenta as preocupações sobre a segurança do presidente.
“Essa é, certamente, a forma mais aguda pela qual o presidente sentiu as consequências diretas de uma ameaça gerada por uma decisão política que ele mesmo tomou”, afirmou Hudson.
O repórter também mencionou que esse tipo de campanha de despistamento é incomum na história do Serviço Secreto dos EUA, indicando um nível extremo de preocupação com a vida do presidente. Ele observou que até mesmo membros da imprensa e alguns funcionários da Casa Branca não estavam cientes de que Trump havia deixado discretamente o Air Force One.
Além disso, conforme noticiado pelo The New York Times, o governo Trump optou por não usar um jato de luxo do Catar devido a preocupações com a falta de medidas de segurança defensivas adequadas para aquele voo. Hudson concluiu enfatizando a importância de manter uma relação de confiança com a imprensa e a Casa Branca em relação aos deslocamentos e à segurança do presidente, especialmente em situações de risco.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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