Durigan destacou que o Orçamento está robusto e que a continuidade na redução de gastos obrigatórios, aliada à reforma tributária, será fundamental para garantir a saúde fiscal do país. “Basta que sigamos na trajetória de reduzir gasto obrigatório, sigamos recompondo a receita, estabelecendo a reforma tributária como horizonte de boa medida fiscal para o futuro, reduzindo o risco País e abrindo o mercado para o mundo”, afirmou.
O ministro enfatizou a importância de limitar os gastos obrigatórios, criando espaço para despesas discricionárias e mantendo a estrutura do arcabouço fiscal. “O fiscal é parte importante do projeto de nação, que tem sido construído com gradualismo e com debate na sociedade. Por isso conseguimos aprovar as coisas no Congresso”, declarou.
Durigan também mencionou as ações do governo, que revisaram distorções em áreas como a tributação de apostas e a gestão de fundos. Ele ressaltou que entre 70 e 80 proposições foram aprovadas no Congresso desde o início do governo atual.
Em uma crítica ao governo anterior, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o ministro afirmou que 2026 será um ano diferente de 2022, quando foi apresentado um “Orçamento fictício”.
Fonte: infomoney.com.br
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