“Tive uma longa conversa com Flávio, olho no olho, sem filtros e sem rodeios. Disse-lhe claramente que não participaria do seu governo e que minha independência de pensamento seria inegociável”, afirmou Cury, justificando seu apoio ao candidato do PL.
De acordo com o último levantamento do Datafolha, divulgado na quinta-feira (8), Flávio Bolsonaro lidera a disputa pelo Palácio do Planalto com 49% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 45%. Nos votos válidos, Flávio tem 52%, contra 48% do petista.
Durante a campanha, Cury buscou se posicionar como uma alternativa à polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, adotando um discurso crítico em relação a ambos os lados e defendendo uma terceira via para o país. Ao declarar seu apoio, o escritor enfatizou que sua decisão não envolve negociações de cargos ou privilégios.
Cury ressaltou que seu apoio a Flávio Bolsonaro será acompanhado de cobranças em relação aos compromissos assumidos durante a campanha. Ele também solicitou que Flávio incorpore propostas de sua própria candidatura ao programa de governo para o segundo turno.
O ex-candidato reafirmou que sua independência de pensamento é fundamental e que sua decisão de apoiar Flávio não implica em qualquer tipo de acordo que comprometa suas convicções pessoais.
Fonte: infomoney.com.br
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