Banco Central elimina limite diário de R$ 500 para PIX por aproximação a partir de 2026

Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A medida revoga os artigos da instrução anterior, datada de agosto de 2024, que estabelecia o teto. Com a nova normativa, os usuários poderão solicitar ajustes nos limites para essa modalidade de pagamento.

Funcionamento do Pix por aproximação

O Pix por aproximação foi implementado em fevereiro de 2025 e opera de maneira similar aos cartões de crédito e débito que estão cadastrados em carteiras digitais. Desde sua introdução, todas as instituições financeiras são obrigadas a disponibilizar essa ferramenta.

Essa modalidade permite que os consumidores integrem o Pix em suas carteiras digitais, como Google Pay, Apple Pay e Samsung Pay, eliminando a necessidade de acessar o aplicativo do banco para realizar transações.

Como ativar o Pix por aproximação

Para utilizar o Pix por aproximação, o consumidor deve vincular sua conta à carteira digital do celular. O processo é simples e envolve os seguintes passos:

  • Acesse a carteira digital;
  • Selecione a opção para vincular a conta;
  • O aplicativo do banco será acionado;
  • Autorize a vinculação do Pix por aproximação à carteira digital.

Após a ativação, o uso do Pix por aproximação é semelhante ao de cartões de débito e crédito vinculados ao celular. As etapas incluem:

  • Informar ao atendente o meio de pagamento;
  • Revisar se as informações de pagamento estão corretas;
  • Aproxime o celular da máquina de pagamento;
  • Autorize o Pix.

Impacto do Pix na sociedade brasileira

Desde sua criação, o Pix se consolidou como a forma de pagamento mais utilizada no Brasil, com 76,4% da população adotando essa modalidade. Em pouco mais de cinco anos, a plataforma movimentou mais de R$ 75,4 trilhões e registrou cerca de 181,6 bilhões de operações, conforme dados do BC compilados pelo CNN Money.

Além disso, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, destacou que o Pix foi crucial para a bancarização dos brasileiros, facilitando o acesso ao crédito e ao consumo nos últimos anos.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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