O presidente do Chile, José Antonio Kast, teve um confronto inesperado com uma criança durante uma visita a Villarrica, na região de La Araucanía. O incidente ocorreu na quinta-feira, 25 de junho de 2026, quando Kast tentou cumprimentar o menino, que se recusou a estender a mão. A situação se intensificou quando a mãe da criança, que estava ao lado, foi presa minutos depois por ter ordens de detenção ativas.
De acordo com o El País, o episódio aconteceu durante uma cerimônia de entrega de títulos de domínio a famílias mapuche no Centro Cultural Liquén. Após a recusa do menino em cumprimentá-lo, Kast se dirigiu à mãe, que expressou seu descontentamento com o governo, afirmando que seu filho “tem consciência” da situação política do país.
O INCÊNDIO DO CONFLITO
O presidente, em resposta às críticas, defendeu seu governo, dizendo que estava “recuperando a ordem e a liberdade” no Chile. Após um breve afastamento, ele se voltou para a criança e incentivou-a a “crescer em liberdade”, enquanto a mãe continuava a gritar palavras de ordem como “demagogo”. Outros moradores se juntaram às críticas, criando uma atmosfera tensa.
Após o incidente, a polícia realizou um controle de identidade na mãe do menino, que revelou a existência de duas ordens de prisão por estelionato. A detenção ocorreu logo após Kast entrar no Centro Cultural Liquén.
REAÇÃO DE KAST
Em declarações posteriores ao ocorrido, Kast afirmou que não se envolveu em uma discussão, mas apenas pediu que os adultos não expusessem as crianças a situações de conflito. Ele se referiu ao momento como uma tentativa de gerar tensão por parte de alguns presentes.
O presidente comentou: “Eu não me envolvi em nenhuma discussão, eu apenas respondi a uma pessoa que estava filmando uma ação concreta”. A situação gerou repercussão nas redes sociais e entre os meios de comunicação, levantando questões sobre a interação entre políticos e cidadãos em eventos públicos.
Fonte: poder360.com.br