Corinthians busca renegociar contrato com a Caixa para aliviar crise financeira

Corinthians busca renegociar contrato com a Caixa para aliviar crise financeira

Na prática, caso o Corinthians não cumpra o acordo de pagamento do estádio, a Caixa pode reter receitas essenciais, o que agravaria ainda mais a situação financeira do clube.

Em 2025, por exemplo, 50% da premiação recebida pelo Timão, referente ao título da Copa do Brasil, foi bloqueada pela instituição financeira. Essa pressão nas finanças do clube é um fator crítico, levando a diretoria a buscar evitar novos congelamentos de verbas.

O contrato foi assinado durante a gestão de Duilio Monteiro Alves, que presidiu o Corinthians entre 2021 e 2023. A diretoria, sob a liderança de Osmar Stabile, está em conversas com a Caixa para evitar novos bloqueios. Até o momento, a cúpula alvinegra já pagou cerca de R$ 50 milhões ao banco neste ano.

Para 2025, estima-se que o Corinthians tenha quitado R$ 160 milhões em valores corrigidos, sendo R$ 120 milhões provenientes dos cofres do clube e R$ 40 milhões arrecadados por meio de uma campanha promovida pela torcida.

Pressão financeira e o contrato

Internamente, a diretoria considera o contrato com a Caixa bastante desfavorável. A avaliação é de que o acordo limita significativamente a entrada de receitas, dificultando o cumprimento de outros compromissos financeiros essenciais.

Atualmente, o Corinthians enfrenta três transfer bans devido a dívidas não pagas e ainda possui um mês de direitos de imagem em atraso com seu elenco.

Dívida e parcelas trimestrais

O acordo com a Caixa prevê que o Corinthians quite a dívida por meio de parcelas trimestrais, que variam entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões, impactando diretamente o fluxo de caixa do clube. Em 2025, o clube desembolsou R$ 93 milhões apenas com esses pagamentos periódicos. Ao final da última temporada, a dívida total do Corinthians com a Caixa era de aproximadamente R$ 642 milhões.

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Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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