Um dos temas centrais do filme é a controvérsia em torno da decisão de Djokovic de não se vacinar contra a Covid-19 durante a pandemia. O tenista expressou sua posição de forma clara e direta.
Em suas declarações, Djokovic afirmou: “(Não me vacinei) Porque eu não precisava disso. Por que eu deveria tomar a vacina? Eu sou saudável. Eu sou um atleta. Eu peguei coronavírus. Eu tinha a imunidade. Eu não era uma ameaça mais”. Ele também destacou a importância da liberdade de escolha, afirmando que essa liberdade foi retirada de muitas pessoas durante a pandemia.
Djokovic fez sua primeira declaração pública contra a vacinação em abril de 2020, no início da pandemia, antes da aprovação de qualquer vacina. Na ocasião, ele expressou sua resistência à vacinação como condição para viagens, enfatizando seu desejo de ter a opção de decidir sobre seu próprio corpo.
Embora sua declaração inicial tenha gerado controvérsia, a posição de Djokovic se tornou mais firme ao longo de 2021, especialmente após o incidente no Australian Open em 2022. Em uma entrevista à BBC, ele chegou a afirmar que estaria disposto a abrir mão de torneios importantes caso a vacinação fosse obrigatória.
No final de 2021, Djokovic obteve uma isenção da exigência de vacinação para competir no Australian Open, concedida por dois painéis médicos. No entanto, ao chegar em Melbourne, sua isenção foi considerada inválida, resultando em sua detenção e eventual deportação do país.
O caso gerou repercussões globais, polarizando a opinião pública e tornando Djokovic um símbolo do movimento antivacina. Após ser deportado, ele ficou banido da Austrália por três anos, mas essa proibição foi revertida, permitindo seu retorno em 2023, onde conquistou seu décimo título no Australian Open.
O ministro de Imigração da Austrália, Alex Hawke, descreveu Djokovic como um símbolo do sentimento antivacina, e a situação levantou questões sobre as exigências de vacinação em eventos esportivos.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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