O Marrocos, que co-organizará o torneio com Espanha e Portugal, além de receber jogos da Argentina, Paraguai e Uruguai para celebrar o centenário da competição, é um dos aliados mais fiéis de Infantino. A proposta inclui a realização da final no estádio Hassan II, em Casablanca, que está em construção e promete ser o maior do mundo, com capacidade para cerca de 115.000 espectadores.
A relação entre Infantino e o Marrocos se fortaleceu ao longo de seu mandato, mesmo diante da forte oposição que enfrenta atualmente. O país africano se destacou como um dos principais apoiadores do presidente da FIFA, especialmente em momentos de crise, como o atual.
Infantino tem realizado reuniões com o governo marroquino na capital Rabat, buscando apoio de outras associações de futebol antes da eleição presidencial da FIFA em 2027. A pressão das 55 nações membros da UEFA, que ameaçam boicotar não apenas a Copa do Mundo, mas todas as competições da FIFA, tem intensificado a necessidade de alianças estratégicas.
Até o momento, nem a FIFA nem a Federação Real Marroquina de Futebol se pronunciaram publicamente sobre as alegações feitas pelo The Times. O silêncio das entidades levanta questões sobre a veracidade das informações e a natureza das negociações em curso.
À medida que o cenário político se desenrola, a proposta de Infantino ao Marrocos pode ter repercussões significativas para o futuro da FIFA e suas relações internacionais.
Fonte: infomoney.com.br
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