O Ibama foi notificado sobre as manchas por volta das 08h30 da quinta-feira. Após essa informação, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) relatou a presença de resíduos semelhantes na Praia Grande, situada na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo, também no estado do Rio de Janeiro.
As autoridades estão em alerta e outras equipes do Ibama seguem em campo para identificar áreas adicionais afetadas e investigar a origem do óleo. O órgão ambiental informou que as informações sobre o incidente foram repassadas ao Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), que integra o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional.
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também está envolvido na resposta ao incidente e informou que continua monitorando o litoral fluminense. Aguardam-se os resultados das análises laboratoriais para determinar a origem do material e as medidas a serem adotadas.
Até o momento, o Inea assegura que não há evidências de contaminação que justifiquem restrições ao banho de mar. No entanto, recomenda que a população evite o contato direto com as pelotas de petróleo que possam ser encontradas na areia, uma vez que o material pode causar irritação na pele e impregnar roupas e calçados. O órgão também solicita que novas ocorrências sejam comunicadas às autoridades ambientais.
A Marinha do Brasil, por sua vez, informou que a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro recebeu a denúncia e enviou uma equipe ao local. No entanto, não foram encontrados indícios de manchas de óleo ou poluição hídrica no mar.
Fonte: infomoney.com.br
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