Marrocos e outras seleções africanas se destacam na Copa do Mundo 2026

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O continente africano fará história na Copa do Mundo de 2026, com a participação de dez seleções, um número inédito na competição. O Marrocos, atual campeão da Copa Africana de Nações, será o primeiro adversário do Brasil, no próximo sábado (13), em Nova Jersey. A seleção marroquina, que surpreendeu ao alcançar o quarto lugar na Copa do Catar, é considerada uma das favoritas nesta edição do Mundial.

Apelidado de Leões do Atlas, o Marrocos conquistou a simpatia global ao se tornar a primeira seleção africana a chegar a uma semifinal de Copa do Mundo. Na última edição, a equipe foi eliminada pela França, vice-campeã, em um jogo emocionante que culminou em uma disputa de pênaltis.

O desafio do Marrocos

A historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta, destaca que o Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil, especialmente com a presença do lateral Achraf Hakimi, um dos melhores do mundo. A seleção brasileira, que enfrenta problemas defensivos, precisará estar atenta às jogadas do Marrocos, que também conta com um elenco talentoso.

Abertura do Mundial e outras seleções africanas

A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca. A África do Sul retorna ao Mundial após 16 anos, tendo sido a primeira nação africana a sediar o torneio, em 2010.

Além do Marrocos e da África do Sul, outras seleções como Senegal, Gana e Egito também têm potencial para avançar na competição. O Egito, que retorna ao Mundial após um hiato, conta com estrelas como Mohamed Salah e Mahmoud Trezeguet, enquanto o Senegal, liderado por Sadio Mané, busca repetir o sucesso de sua campanha em 2002.

Seleções estreantes e diversidade no torneio

Esta edição da Copa do Mundo é marcada pela presença de seleções estreantes, como Cabo Verde e a República Democrática do Congo, que retorna após mais de 50 anos. A diversidade das seleções africanas é um ponto positivo, refletindo a valorização dos jogadores do continente, que cada vez mais se destacam no cenário europeu.

Desafios e riscos no Mundial

Apesar do entusiasmo, a historiadora Rachel Motta alerta para os desafios que as delegações africanas podem enfrentar, incluindo questões políticas e logísticas. Recentemente, um árbitro somali teve a entrada negada nos Estados Unidos, levantando questões sobre a ética da realização do torneio em um país com tensões internacionais.

Com um total de dez seleções africanas na Copa do Mundo 2026, o continente se prepara para mostrar sua força e diversidade no cenário esportivo mundial.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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