No pronunciamento, Klink reconheceu que não considerou outros pontos de vista e não refletiu sobre toda a cadeia produtiva que envolve as editoras. Sua preocupação central foi com os impactos ambientais da produção de novos livros.
Diversos internautas manifestaram apoio à velejadora, destacando a coragem de sua posição. Um seguidor comentou que muitos interpretaram mal suas palavras, ressaltando que ela tem o direito de se posicionar sobre sua própria obra. Outro usuário defendeu que a autora não pediu para que as pessoas parassem de ler, mas sim que fossem coerentes com suas escolhas de leitura.
Por outro lado, a declaração de Klink gerou críticas de editoras, autores e jornalistas, que apontaram que o mercado literário brasileiro já enfrenta dificuldades e que seu pedido poderia ser interpretado como um “anti-marketing”. O debate sobre a sustentabilidade na produção de livros e o papel dos autores nesse contexto se intensificou.
A autora justificou seu pedido com a preocupação sobre os efeitos da fabricação de novos livros no meio ambiente. Essa questão é cada vez mais relevante na discussão sobre sustentabilidade e consumo consciente, especialmente em um país onde 73% da população ainda prefere livros impressos, segundo pesquisa recente.
Em seu vídeo, Klink expressou sua visão sobre a situação, afirmando que a reflexão sobre o impacto ambiental é fundamental. A autora concluiu seu pronunciamento pedindo que os leitores considerem a circularidade das suas leituras, promovendo um consumo mais consciente.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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