Segundo Kallas, a lista de sanções incluirá um aumento significativo no número de indivíduos e entidades russas sancionadas, com um acréscimo estimado de um terço. “A pressão precisa ser intensificada até que a Rússia encerre a guerra”, destacou a diplomata.
Kallas também alertou que a Europa enfrenta não apenas a guerra convencional, mas uma série de ações híbridas por parte da Rússia, como sabotagens, espionagens e ciberataques. Recentemente, mísseis e drones russos violaram o espaço aéreo de países como Polônia e Romênia, testando a determinação da UE em defender seus membros.
A Rússia intensificou seus ataques à infraestrutura energética da Ucrânia, visando desestabilizar o país durante o inverno. De acordo com autoridades ucranianas, a estratégia russa busca privar a população de eletricidade, aquecimento e abastecimento de água, transformando o inverno em uma arma. Somente na última semana, a companhia estatal Naftogaz foi alvo de ataques em 13 ocasiões, com um total de quase 300 ataques desde o início do ano.
Em resposta, a Ucrânia também tem realizado ataques contra alvos russos, incluindo depósitos da Wildberries, uma das principais varejistas online do país, a até 2.000 quilômetros da fronteira. Essas ações refletem a determinação da Ucrânia em retaliar e manter sua capacidade de resistência diante da agressão russa.
Fonte: infomoney.com.br
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