Venezuela enfrenta crise humanitária após terremotos devastadores

Trabalho de bombeiros e policiais na Venezuela encontra dificuldades diante do elevado número de vítimas. Na imagem, policiais jogam cal em corpo

Após os terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira (24.jun), a situação se agrava com um elevado número de vítimas e a dificuldade das equipes de resgate. Um vídeo divulgado pelo jornal El País no sábado (27.jun) mostra policiais utilizando cal em corpos para controlar o odor e evitar a proliferação de doenças.

Desafios nas operações de resgate

As equipes de bombeiros e policiais enfrentam grandes dificuldades estruturais, dado o elevado número de vítimas. As imagens mostram os esforços das autoridades em embalar os corpos com lençóis e cobertores, utilizando também madeira e cordas para a tarefa.

Uso de cal e suas implicações

O uso de cal sobre os corpos tem como objetivo desidratar os tecidos e minimizar o odor, além de ajudar na prevenção de doenças. Essa prática, embora necessária, revela a gravidade da crise humanitária enfrentada pelo país.

Dados sobre as vítimas e a resposta internacional

De acordo com Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o balanço mais recente aponta para 1.430 vítimas e 3.238 feridos. O Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou a morte de seis cidadãos espanhóis, com outros 133 ainda desaparecidos.

Apoio humanitário e situação atual

Equipes de resgate conseguiram encontrar 14 pessoas com vida sob os escombros, mas as autoridades alertam que as chances de salvamento diminuem após 48 horas do desastre. Até agora, 17 países e a ONU enviaram ajuda humanitária, enquanto mais de 3.000 pessoas estão desabrigadas.

Impacto dos terremotos na região

Os abalos sísmicos registrados na quarta-feira foram os mais intensos dos últimos 100 anos na Venezuela, sendo sentidos em pelo menos quatro capitais brasileiras. A Rede Sismográfica Brasileira informou que não há risco de danos nas cidades do Brasil.

Fonte: poder360.com.br

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