O presidente francês, Emmanuel Macron, também se pronunciou, pedindo a implementação rápida e completa do acordo por todos os envolvidos. A guerra, que começou no final de fevereiro, resultou em um aumento da tensão na região, envolvendo ataques dos EUA e Israel ao Irã e retaliações do Hezbollah, grupo aliado ao Irã.
Macron enfatizou a necessidade urgente de reabrir o Estreito de Ormuz, com o apoio de uma missão internacional que inclui o Reino Unido. “Este acordo deve permitir a reabertura incondicional do Estreito de Ormuz, que a missão internacional está pronta para monitorar”, declarou o presidente francês.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, também elogiou o acordo, considerando-o um passo importante para a paz na região. Ele ressaltou que a reabertura do Estreito de Ormuz deve ser uma prioridade, assim como a finalização dos detalhes do acordo nuclear. Starmer se comprometeu a apoiar as discussões técnicas que se seguirão.
Em um comunicado conjunto, os governos da França, Reino Unido, Alemanha e Itália destacaram a oportunidade de restaurar a estabilidade regional e a economia global. O documento pede a reabertura imediata do Estreito de Ormuz, garantindo a liberdade de navegação. Os países se comprometeram a desempenhar um papel ativo, incluindo uma missão defensiva para garantir a segurança do tráfego comercial.
Os líderes europeus reiteraram que o Irã não deve possuir armas nucleares e se mostraram dispostos a colaborar com os EUA e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para garantir que isso não ocorra. Eles expressaram a intenção de suspender sanções em resposta a ações verificáveis do Irã em relação ao seu programa nuclear.
Fonte: infomoney.com.br
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