Este duelo reúne duas das camisas mais tradicionais do futebol mundial e revive um dos confrontos mais emblemáticos da história das Copas. Apesar disso, Tuchel garantiu que a preparação da Inglaterra foi direcionada apenas para o desafio esportivo.
Em entrevista coletiva, Tuchel comentou sobre a relevância do confronto, afirmando que, embora os jogadores compreendam a importância histórica, o foco deve ser no que pode ser controlado. “Não falamos sobre os acontecimentos do passado nem sobre os momentos históricos. O jogo, por si só, já é grande o suficiente”, declarou.
O treinador também mencionou que a estratégia da equipe é simplificar as orientações à medida que a tensão aumenta em busca de uma vaga na final contra a Espanha. “Quanto maior o palco, maior é a tensão. Esperamos transmitir mensagens simples para que os jogadores consigam executá-las da melhor maneira”, explicou.
A Inglaterra almeja disputar sua primeira final de Copa do Mundo desde 1966, quando conquistou seu único título. Apesar da longa espera, Tuchel rejeitou a ideia de que exista um peso histórico sobre a seleção. “Não sinto esse peso. Claro que haverá nervosismo e tensão, isso é normal em partidas como essa”, afirmou.
O treinador expressou satisfação ao notar a competitividade e a empolgação dos jogadores em relação à partida. “O que mais gostei nos últimos dias foi ver os jogadores muito competitivos, empolgados e com muita vontade de disputar essa partida”, comentou.
Questionado sobre Lionel Messi, Tuchel fez elogios ao capitão argentino, ressaltando a importância de neutralizar sua influência durante o jogo. “Quando Messi recebe a bola, todo o movimento da equipe começa. A qualidade técnica dos passes e da construção das jogadas está no mais alto nível”, destacou.
O treinador também minimizou a possibilidade de se tornar o primeiro técnico estrangeiro a conquistar uma Copa do Mundo por outra seleção. “Não penso dessa forma. Não estabeleço esse tipo de objetivo. Apenas amo o que faço e sou grato pela oportunidade”, afirmou.
Por fim, Tuchel enfatizou o papel da Copa do Mundo na união dos torcedores. “É para isso que serve uma Copa: empolgar um país, unir as pessoas, fazê-las esquecer seus problemas por 90 ou 120 minutos e permitir que se sintam representadas por sua seleção. Há muito o que admirar nesta equipe da Inglaterra, e fico feliz que as pessoas enxerguem isso”, concluiu.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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