EUA confirmam morte de líder do Tren de Aragua em operação militar

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na última sexta-feira (12 de junho de 2026) que um ataque militar realizado por forças norte-americanas resultou na morte de Niño Guerrero, líder da facção venezuelana Tren de Aragua. Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que a operação foi conduzida pelo Comando Sul dos EUA e coordenada com autoridades venezuelanas.

eua: cenário e impactos

Operação coordenada com a Venezuela

Trump destacou que a ação foi um ataque rápido e letal, embora não tenha fornecido detalhes sobre o local ou horário da operação. Ele enfatizou a colaboração com o governo da Venezuela, afirmando que “esta ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”.

Consequências para o Tren de Aragua

O presidente classificou o Tren de Aragua como uma “organização terrorista estrangeira” e afirmou que, com a morte de Guerrero, o grupo perdeu seu abrigo seguro na Venezuela. Trump também mencionou que as autoridades americanas continuarão a buscar membros da facção em outros países.

Críticas à política migratória de Biden

Além de abordar a operação, Trump aproveitou para criticar a política migratória de seu antecessor, Joe Biden. Ele associou a entrada de imigrantes pela fronteira com o México ao aumento da atividade de grupos criminosos nos Estados Unidos, ressaltando a importância de uma abordagem mais rigorosa.

Justificativa da ação militar

Trump declarou que a morte de Niño Guerrero representa uma resposta às famílias de norte-americanos que perderam entes queridos para a violência associada ao Tren de Aragua. Ele citou os nomes de Jocelyn Nungaray, de 12 anos, e Laken Riley, de 22 anos, embora não tenha esclarecido a conexão entre esses casos e a facção.

A operação e suas implicações levantam questões sobre a política externa dos EUA na América Latina e a abordagem em relação ao combate ao crime organizado. A situação continua a ser monitorada de perto por analistas e autoridades.

Fonte: poder360.com.br

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