Tiroteio próximo à Casa Branca marca a quarta ameaça armada contra Trump em menos de dois anos

Aaron Kittredge/Pexels

Um tiroteio ocorreu nas proximidades da Casa Branca no último sábado, 23, menos de um mês após um incidente em que um homem armado invadiu um hotel durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento que contou com a presença de Donald Trump. Este é o quarto episódio em que o ex-presidente americano se vê envolvido em situações de risco dessa natureza, estando dentro da Casa Branca no momento do tiroteio mais recente.

tiroteio: cenário e impactos

Durante sua campanha para 2024, Trump enfrentou duas tentativas de assassinato. Em 13 de julho de 2024, ele se tornou o primeiro presidente ou ex-presidente dos EUA a sofrer uma tentativa de assassinato desde 1981, quando um tiro lhe arranhou a orelha enquanto discursava em Butler.

O atirador, um jovem de 20 anos, disparou vários tiros antes que o Serviço Secreto reagisse, resultando na morte do agressor. A proximidade do ataque gerou clamor por mudanças nas práticas de segurança do Serviço Secreto, cuja competência foi questionada.

Em 15 de setembro de 2024, um homem armado com um rifle se escondeu em arbustos do Trump International Golf Club, em West Palm Beach, com a intenção de atirar em Trump. O suspeito, identificado como Ryan Routh, foi condenado por tentativa de assassinato e recebeu pena de prisão perpétua.

Em abril deste ano, um atirador tentou invadir o salão de baile onde Trump estava jantando com jornalistas e autoridades. Ele foi detido por agentes de segurança próximos à área e preso. Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas, felizmente, estava usando um colete à prova de balas e não sofreu ferimentos graves.

No incidente mais recente, ao menos duas pessoas ficaram feridas, incluindo o suspeito, conforme relatado pela CBS News. A Fox News informou que o atirador disparou três vezes antes de ser atingido por agentes do Serviço Secreto. O agressor foi levado a um hospital, mas sua identidade ainda não foi divulgada, segundo a Reuters.

Jornalistas presentes no local relataram ter ouvido uma sequência de disparos, estimando entre 15 a 30 tiros, e foram instruídos a buscar abrigo na sala de coletivas, onde o Serviço Secreto impediu a saída de qualquer pessoa.

O incidente levanta preocupações sobre a segurança em torno de figuras públicas e a eficácia das medidas de proteção em vigor.

Fonte: infomoney.com.br

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