A medida foi anunciada após uma conversa entre Trump e o chanceler alemão, Friedrich Merz, que expressou preocupações sobre a postura dos iranianos nas negociações para encerrar o conflito que já dura dois meses. Trump, em resposta, havia ameaçado reduzir as forças militares no país.
Uma fonte de alto escalão do Pentágono, que pediu para não ser identificada, qualificou a retórica recente da Alemanha como “inapropriada e inútil”. O funcionário afirmou que a reação do presidente é justificada, considerando os comentários considerados contraproducentes.
O Pentágono informou que a retirada deve ser concluída nos próximos seis a doze meses, reduzindo o número de tropas dos EUA na Europa aos níveis anteriores a 2022. Essa mudança ocorre após um aumento significativo de tropas na região, promovido pelo ex-presidente Joe Biden, em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia.
A Alemanha é o principal local de base das forças armadas dos EUA na Europa, abrigando cerca de 35.000 militares ativos. O país desempenha um papel crucial como centro de treinamento e logística para as operações militares americanas na região.
A retirada dos soldados pode ter implicações significativas nas dinâmicas de segurança europeias e na resposta da Otan às ameaças emergentes.
Fonte: infomoney.com.br
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