Durante o Web Summit Rio, o diretor executivo de esportes da Globo, Renato Ribeiro, anunciou que a emissora contará com 120 profissionais nos três países sede da Copa do Mundo de 2026: México, Canadá e Estados Unidos. Desses, 55 estarão dedicados à cobertura da seleção brasileira, destacando a importância do evento para a emissora.
A Copa de 2026, que será a 15ª edição do torneio masculino transmitido pela Globo, promete ser a maior da história, com um formato inédito que inclui 48 seleções e 104 jogos distribuídos por 16 cidades. Ribeiro enfatizou que esta edição representa “várias Copas”, cada uma com “a linguagem adequada para cada uma”, evidenciando a diversidade do torneio.
Integração de Mídias: TV, Canais e Digital
A cobertura da Globo será integrada entre a TV aberta, que Ribeiro descreveu como a “Copa da emoção, por falar com as massas”, os canais pagos, como o Sportv, e o ambiente digital, através do ge (globoesporte), que se concentrará em hardnews. Os estúdios do “Seleção Copa” e do “Jornal Nacional” serão instalados na Times Square, em Nova York, para acompanhar a torcida nos Estados Unidos.
Parcerias Inéditas e Inovação Tecnológica
A Globo também anunciou uma parceria inovadora com 2.000 influenciadores digitais para criar conteúdo nas redes sociais. Ribeiro apresentou um estúdio equipado com um telão de 200 m², que simula a ambientação de um estádio, projetando estatísticas e mosaicos interativos, como a principal aposta da emissora no campo tecnológico.
Marcas Patrocinadoras e Apoio Comercial
Em abril, a Globo revelou a participação de mais de 20 marcas em sua cobertura multiplataforma da Copa. Entre os patrocinadores principais estão Ambev, Itaú, Unilever e Caoa, que renovaram contratos da Copa de 2022. Outras marcas, como Amazon, Superbet e XP, também fazem parte do projeto, destacando a relevância comercial do evento.
Contexto da Copa do Mundo
A Copa do Mundo, organizada pela Fifa, é um evento esportivo privado realizado a cada quatro anos. As seleções se classificam por meio de eliminatórias, e a escolha dos jogadores fica a cargo de entidades privadas, como a CBF no Brasil. O governo brasileiro não influencia na seleção, que representa uma equipe de futebol escolhida por uma entidade privada, e não o país em si.
Fonte: poder360.com.br