Ex-presidente Jair Bolsonaro é internado em Brasília para cirurgia no ombro

REUTERS/Diego Herculano)

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira no Hospital DF Star, em Brasília, para realizar uma cirurgia no ombro. O procedimento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após solicitação da defesa. Sua esposa, Michelle Bolsonaro, chegou ao hospital logo pela manhã para acompanhá-lo.

O médico ortopedista Alexandre Paniago, responsável pela cirurgia, informou que o procedimento está programado para ocorrer ainda na manhã de hoje e deve durar cerca de três horas.

Contexto da internação e cirurgia

Bolsonaro está cumprindo prisão domiciliar desde o fim de março, após passar duas semanas internado no mesmo hospital devido a uma broncopneumonia. O pedido para a cirurgia foi feito ao STF em 21 de abril, em razão de dores resultantes de uma queda ocorrida no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.

Detalhes médicos e justificativas

Documentos médicos apresentados ao STF indicam que o ex-presidente apresenta lesões no ombro direito que requerem intervenção cirúrgica para reparação do manguito rotador e estruturas associadas. Os exames revelaram lesões significativas, incluindo comprometimento do tendão do supraespinhal e subluxação do bíceps.

Impacto na saúde e bem-estar

A defesa de Bolsonaro argumentou que o procedimento é de caráter “estritamente humanitário e sanitário”, visando preservar a integridade física e a qualidade de vida do paciente. Além disso, foi destacado que a manutenção do quadro clínico atual poderia restringir o direito fundamental à saúde.

Rotina e tensões familiares

A rotina de Bolsonaro em casa inclui acompanhamento médico frequente, e a situação tem gerado tensões entre a ex-primeira-dama e os filhos do ex-mandatário, especialmente em um momento em que o acesso a ele está restrito.

Com a cirurgia programada, espera-se que o ex-presidente receba os cuidados necessários para sua recuperação e que a situação de saúde seja monitorada de perto.

Fonte: infomoney.com.br

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