Taxas de Cdbs, Lcis e Lcas na XP superam expectativas com Ipca-15 elevado

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O mercado de renda fixa na plataforma da XP apresenta oportunidades atrativas nesta quarta-feira (27). Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) oferecem taxas prefixadas que chegam a 14,220% ao ano, com vencimento em 12 meses. Além disso, os títulos atrelados à inflação estão rendendo até IPCA + 8,050% em um ano, enquanto os pós-fixados podem render até 107% do CDI em prazos superiores a 12 meses.

taxas: cenário e impactos

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) estão disponíveis com taxas prefixadas de até 11,940% em mais de um ano, e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI. Já as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) oferecem taxas prefixadas de até 11,310% em 12 meses, com as pós-fixadas pagando até 85% do CDI com vencimento em um ano.

Oportunidades de investimento em renda fixa na XP

LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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CDB BMG
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: janeiro/2027
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CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (27)

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Cenário atual da renda fixa na XP

As taxas dos DIs fecharam a terça-feira (26) em alta, refletindo um ambiente de maior cautela nos mercados devido à escalada das tensões internacionais. O aumento no preço do petróleo, que superou os US$ 100 o barril, e a valorização do dólar intensificaram a percepção de risco inflacionário, sustentando a alta da curva de juros.

Na ponta curta, os contratos reagiram à incerteza sobre a política monetária, enquanto os vencimentos mais longos também apresentaram alta, embora com menor intensidade. A taxa do DI para janeiro de 2028 subiu para 13,82%, enquanto o contrato para janeiro de 2035 alcançou 13,985%.

O comportamento da curva de juros mostrou sensibilidade às notícias do conflito no Oriente Médio, com a taxa longa atingindo máximas intradiárias em meio à intensificação das tensões. Os investidores permanecem divididos sobre a continuidade do ciclo de cortes da Selic após junho, o que mantém a volatilidade na curva.

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Fonte: infomoney.com.br

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